13 agosto 2009

Dinâmica dos Gêneros Textuais (Pedro Gardés)


Desatando nós






Que tal a gente tomar coragem para desatar os nós que amarram nossas vidas

Pelo menos, podemos tentar.

Não vai ser fácil...

Sabemos que hábitos são verdadeiros "nós cegos"...

Não se sabe onde começam nem como terminam.

Atrás dos hábitos se escondem nossas verdadeiras carências afetivas.

E os hábitos que foram criados para compensá-las, acabam por nos impedir de que as enxerguemos com clareza.

Que nó danado!!!

Aí, a pessoa se apressa, faz aquele regime maluco e consegue perder até a alma ... ou pára de fumar aqueles três maços de cigarros do dia, ou de beber a garrafinha escocesa da noite ...

Até se afasta daquela pessoa que só traz dores de cabeça...

Que maravilha!!!...

Mas, passado um tempo, volta tudo a ser como antes...

E o nó vai ficando pior ainda, né?

De tudo que tenho visto, o mais interessante e simples a seguir é a receita do Nenê:

Acordar cantando...
(não vale chorar nem acordar a casa toda, né).
Espreguiçar-se bastante, antes de se levantar da cama...
(ainda lembra o que é )

Pegar todo dia o solzinho da manhã, de preferência,
acordando mais cedo para uma caminhada sem pressa...

Mostrar que quem a gente ama é muito importante para nós...

Pedir colinho, sempre que possível
(às vezes, a gente tem que dar também).

Beber muita água e fazer muito "xixi"

Fazer primeiro, para receber depois:
Muito dengo e carinho...

Confiar e amar quem a gente ama, cada vez mais...

Ignorar todos os chatos que não gostam de criança, de flor;
de carinho, (de e-mail !!!), e de nós...

Dar atenção a todos que se aproximam de nós,
mesmo a quem acabamos de conhecer.

Adorar ouvir o que as pessoas (que a gente ama) falam
e respeitar o que fazem...

Sorrir para todos e para a gente mesmo...

E rir, rir, mas rir muito,
sempre que não tiver motivo para chorar...

Quer experimentar!

Depois de um tempo, você vai esquecer...

Ou perguntar:

Cadê o nó?

(Autora Angela Moura)

Cursistas Escola Porfíria

11 agosto 2009

Tp 5 - Oficina 10








TP 5 - Oficina 10 - Coerência e Coesão

A Oficina Tp5 referente à Oficina 10 refere-se ao conteúdo Coerência e Coesão. A dinâmica inicial foi os “nós” da vida, ou seja os problemas que cada um enfrenta na profissão e algo agradável q motiva cada professor a continuar na profissão. Cada cursista recebeu um barbante no qual fazia três nós (sugestão da Oficina da Adelaide – Form. Gestar II) e em seguida os relatos. Nesta dinâmica, os cursistas lembraram de feridas e dores que não cicatrizaram, como a falta de oportunidade, o desespero de serem interinos, as necessidades econômicas (alguns vêm de comunidades rurais), falta de compreensão da família (religião, tradição familiar na qual as mulheres não trabalham fora de casa), e perdas familiares (morte). Os relatos foram emocionantes que todos deixaram cair lágrimas... Em seguida, abraçados, todos rezaram para Deus discernimento e uma luz para a profissão. Todos receberam aplausos porque construirão um vida alicerçada na dedicação, amor e determinação de fazer educação de qualidade. Cada cursista escolheu duas palavras, uma que considera bonita e a outra um desejo que levava como um símbolo um laço vermelho. O motivo da dinâmica era fazer um chamamento para os “nós” também da referência da Oficina: Coesão. Com as palavras expostas no quadro eles criaram textos colocando os conectivos e elementos essenciais para o sentido do texto.

O segundo momento foram as reflexões sobre Corência e Coesão, bem como, a análises de incoerências que vinculam na internet, em sala de aula e análise do Texto Argumentação Crítica ( João Batista) . Veja o texto e a análise:

Certamente nunca terá faltado aos sonegadores de todos os tempos e lugares o confortável pretexto de que o seu dinheiro não deve ir para as mãos de administradores incompetentes e desonestos. Como pretexto, a invocação é insuperável e tem a mesma cor e os traços do mais acendrado civismo. Como argumento, no entanto, é cínica e improcedente. Cínica porque a sonegação, que nesse caso se pratica, não é compensada por qualquer sacrifício ou contribuição que atenda à necessidade de recursos imanente a todos os erários, sejam eles bem ou mal administrados. Ora, sem recursos obtidos da comunidade não há policiamento, não há transportes, não há escolas ou hospitais. E sem serviços públicos essenciais, não há Estado e não pode haver sociedade política. Improcedente, porque a sonegação, longe de fazer melhores os maus governantes estimula-os à prepotência e ao arbítrio, além de agravar a carga tributária dos que não querem e dos que, mesmo querendo, não têm como fugir – os que vivem de salário, por exemplo. Antes, é preciso pagar, até mesmo para que não faltem legitimidade e força moral às denúncias de malversação. É muito cômodo, mas não deixa de ser, no fundo, uma hipocrisia, reclamar contra o mau uso dos dinheiros públicos para cuja formação não tenhamos colaborado. Ou não tenhamos colaborado na proporção da nossa renda. (Revista Veja, João Batista Vilela 1985 ).
Certamente: Falsa justificativa
Como: Falsa razão
No entanto: Argumentação contraditória (pensamento avesso a situação anterior)
Porque: Expõe a causa
Ora: Desabafo
E: Segmento que afirma o argumento anterior
Além de: Mostra favorecimento da idéia
Antes: introduz um argumento a favor da idéia de pagamento de impostos
Até mesmo: Reforça a idéia de que se deve pagar impostos
Mas: Exprime contradição para enfocar uma crítica sobre o mau uso do dinheiro público
Ou: Expõe alternativa.
O terceiro momento foi o relato de experiências em sala de aula em que os cursistas criaram juntamente com os alunos: A caixa da Sabedoria, O tabuleiro das figuras de Linguagens, O quebra cabeça da estrutura da narrativa, Os estilos a partir das figuras e outros.
O quarto momento foi a avaliação da Oficina e previsão da próxima.

Borboletas (Mário Quintana)

07 julho 2009

Dialogar com as palavras



Gestar é um programa de formação continuada que significa: Gestão de aprendizagem escolar. Ele oportuniza aos professores do Ensino fundamental do terceiro ciclo de Língua portuguesa e matemática metodologias diferenciadas para aplicarem em sala de aula. A carga horária do programa é 300 horas, sendo 120 presenciais e 180 à distância. As presenciais são desenvolvidas por meio de Oficinas administradas pelo formador de cada Polo (escolas escolhidas para sediar o curso), nas quais serão observadas o Avançando na prática ou transposição didática (relatórios de atividades aplicadas com alunos), experiências de cunho positivo e negativo de produções dos alunos. É interessante ressaltar que, o programa trabalha com uma nomenclatura diferenciada para os livros que são as seis TPS (teorias e práticas) e seis AAAS (Atividades de Apoio de aprendizagem), sendo sempre priorizadas as atividades práticas para que o professor/cursista aplique em sala de aula. Ao iniciar a Oficina, o formador tem enfocado o objetivo e em seguida é feita a dinâmica para descontrair e servir de sugestão de motivação para os alunos dos cursistas, pois a partir das dinâmicas, faz com que os motivem a participar mais das aulas. O foco primordial do Gestar é centralizar as nossas ações educacionais nos alunos e o lema é compartilhar conhecimento entre colegas, alunos e outros, pois só assim, se entende o valor do trabalho em equipe trabalhar o Programa Gestar é investir numa educação de qualidade em que todos ganham... O professor ganha por ter em mão uma opção de aplicar atividades práticas, dinâmicas e envolventes com seus alunos, os alunos, ganham por ter um ensino prazeroso e de fácil assimilação e a Escola como um todo é a maior vitoriosa pelo fato de ver os resultados em sala e em nível de qualificação geral a melhoria no Ideb. Outro fator relevante no Gestar é o ensino pela afetividade, segundo Gabriel Chalita: “Assim, podemos afirmar que a educação é um ato de coragem e afeto. Coragem, porque não será a máquina ou o computador que substituirão o maestro da orquestra, o regente do processo de saber, a essência da educação: o professor. Nesse contexto, a educação torna-se ainda mais importante. Afeto, porque educar é um ato de amor ao próximo e a si mesmo. Quem educa não apenas ensina como, permanentemente, aprende.”. O Gestar trabalha a prática de sala de aula com afetividade, acessibilidade a valores humanos, como amor, afetividade, paciência, auto-estima, motivação, cooperação, interdisciplinaridade, mudança de um ensino que transforma o tradicional e vive o novo sem ferir os conceitos, criando espaços para uma formação de qualidade. Assim, como diz o aluno da Escola Porfíria Paula de Campos, Wilton Ferreira Borges: “Tive muitas dificuldades com Português e Matemática, pensei até em desistir, mas as atividades deste ano estão bem elaboradas no Gestar que consigo dialogar com as palavras”.

25 junho 2009

Os astros não mentem



Cursista: Conceição Costa Marques

Os astros não mentem...
Alegria!!! Alegria!!! Alegria!!!
Eu amo... Alegria!!!
Eu creio... Alegria!!!
Eu vejo... Alegria!!!
Eu sinto... Alegria!!!
Eu sou... Alegria!!!
Eu vou... Alegria!!!
Eu sei... Alegria!!!
Eu posso... Alegria!!!
Eu domino... Alegria!!!
Eu quero... Alegria!!!

ALEGRIA!!!ALEGRIA!!!ALEGRIA!!!

Os astros não mentem
ALEGRIA... MUDA!!!
ALEGRIA... CONTAGIA!!!
ALEGRIA... CRIA... ALEGRIA!!!

10 junho 2009

Assaltante cuiabano

Várzea Grande, 10 de junho de 2009.

A professora (cursista) Ruth C. de Moraes da Escola Porfíria Paula de Campos leu na sala: O Assaltante Brasileiro (postado anteriormente no blog) com o objetivo de mostrar as várias formas de registro oral das regiões brasileiras. Os alunos questionaram a falta de um representante de Cuiabá. Assim, a professora propôs a criação de uma fala que represente o cuiabano. Veja os textos dos alunos:

"Ispia se minino, isso é um assalto!

Ponha o dinheiro bem divagar, si não cê vai virá uma penera de panha pexe debaxo da ponte do Rio Coxipó e aproveito pra fazê um ensopado de pexe com maxixe."

Aluno: Mayk Fiemamm

"Cumadre, ocê passa o dinheiro, tchá por Deus, vôte, sô , eu sô pobre, só tenho um real... Num interessa, eu quero dinheiro, ocê já era sô! Vô tomá tudo seu... Agora ocê vai embora, óia só xô mano, va se embora."

Aluna: Jackeline Ingrid

"Tchá por Deus, meu povo, pela Nossa Sinhora Du Carmo, isso é um assalto! Bamo povo, sacode essas carteras depressa, tchega de ralá guaraná, imbora ralá o peito que os ome tchegam."

Aluno: Thiago Alves

"Ô siminino, passa a grana rápido aí, vamos! Se ocê não dá, ocê vai vê! Vô largar bala no seu... É pra eu compra pêxe pra meus guri e pra mim comprá um goro."

Aluna: Geizibel

"Ô nhácá! Passa a grana... Ocê num tem? Vôte! Tchá por Deus, vamo logo, antes que os ome tchega!"

Aluno: Adriano R. S. Araújo

"Isso é um assarto, tudo mundo pro chão. Ninguém se metche, eu aperto o gatilho, não dexo ninguém vivo pra contá história. I si a puliça chegá, ninguém se mete a besta comigo, si não vai se arrependê!"

31 maio 2009

Tp 5 - Oficina 9


1) Objetivos:



Compreender a noção de estilo no domínio da linguagem (página 15 e 16);

Relacionar os recursos expresivos da frase e enunciação, bem como a coerência do texto.



2) A diferenciação entre real, fantasia e parafantasia.



3) A dinâmica e apresentação;



4) Ler um texto incoerente. Pode ser as pérolas do enem;



5) As definições da TP5:



"...O estilo é considerado como resultado da escolha dos recursos expressivos capazes de produzir os efeitos dos sentidos motivdaos pela emoçãod o falante".

" A enunciação é um ato de produção de significados, isto é, de entendimento na interação comunicativa que envolve interlocutor falante e interlocutor ouvinte com marcas de situação e contexto sócio-histórico".

"A coerência é o resultyado da interação entre os interlocutores - autor e leitor com o texto, e pelo texto numa dada situação sócio-comunicativa. A coerência também depende do gênero de um texto".



6) Avançando na prática;



7) Leitura do texto publicitário da página 255;



8) Análise dos textos que os cursistas fizeram sobre a propaganda e fim.

25 maio 2009

Vende-se a pílula da educação

Colegas Heranil, Giselda e Déborah vendem a pílula da educação.


15 maio 2009

Amiga Inseparável (Várzea Grande)



Flor Menina

De mãos dadas com sua amiga,
Sua amiga Cuiabá...
Representando as riquezas que
Há no Pantanal
Gente que nasceu aqui
Gente uqe veio de lá
Pessoas de todo o tipo
Que povoaram este lugar

Há lugar bom demais
perto de Cuiabá.


Escola Deputado Gonálo Botelho de Campos
Aluna: Bianca
Professora Cursista: Neusa da Silva Moraes
Ano: 8 ano

08 maio 2009

A outra metade

Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.

É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.

É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,

em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?

Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.

Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.

E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.

Ah! Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento.

Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho,

mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.

Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.

E quando alguém briga então se diz: romperam-se os laços.

E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.

Então o amor e a amizade são isso...

Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.

Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.

Mário Quintana.

Oficina 8 - TP 4


Objetivo:

Conhecer as várias funções formas de trabalhar a leitura

Dinâmica: Sonho

Ontem, depois de um longo dia, fomos dormir e sonhamos.
Sonhamos que éramos candidatos a Presidente do Brasil e faltavam apenas três meses para as eleições.
Tínhamos que correr muito fazendo campanha.
Nós tínhamos dez atividades em único dia, quatro reuniões, três palestras, um comício e duas festas onde dançávamos até de madrugada.
Nos lugares mais distantes, íamos de avião, nos mais difíceis, íamos a cavalo ou de carroça. Em outro, íamos de carro e nas vilas íamos de bicicleta ou a pé.
Já estávamos cansados e para manter o pique todos os dias, as cinco da manhã íamos para a academia fazer ginástica. As seis tomávamos café e as sete saíamos um para cada lado fazendo campanha.
Afinal, chegou o dia da eleição. A fila para votar. A caça dos últimos votos. A angústia. A espera.
Após um longo dia, saiu o resultado: a alegria de uns, a tristeza de outros.
Mas nós estávamos felizes porque fomos eleitos.
Para comemorar, fizemos uma festa que durou.... dias.


Observação:
Nas ações, cada participante deverá dramatizar.
O espaço pontilhado no final corresponde ao número para formar grupos.


* REflexão: Por que o meu aluno não lê?
* Ver as oito boas maneiras para ler:
* boas razões para ler:
1- Ler para se divertir;
2- Ler para ter idéias e criar;
3- Ler para ver a vida com outros olhos;
4- Ler para se transportar a outros lugares;
5- Ler para adquirir conhecimentos;
6- Ler para entender o mundo;
7- ler para exercitar a mente;
8- Ler para viver emoções.

* Retomada dos Gêneros textuais. Produzir o gênero propaganda, com os temas: Eu vendo a Educação, Leilão inusitado, Gramática Normativa, Gestar II. A venda do Gestar foi muito interessante, inclusive as cursistas afirmaram categoricamente que vendem o Gestar porque acreditam nele...

* A produção textual - Crenças, teorias e fazeres;
* Relatos de cursistas de atividades de sala de aula;
* Análise da Oficina;
* Leitura do texto: Assaltante Brasileiro;
* Previsão da próxima Oficina: elos...

Assaltante Brasileiro

ASSALTANTE BAIANO
Ô meu rei... ( pausa )
Isso é um assalto... ( longa pausa )
Levanta os braços, mas não se avexe não..( outra pausa )
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado ..
Vai passando a grana, bem devagarinho ( pausa pra pausa )
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado.
Não esquenta, meu irmãozinho, ( pausa )
Vou deixar teus documentos na encruzilhada


ASSALTANTE MINEIRO
Ô sô, prestenção
issé um assarto, uai.
Levantus braço e fica ketin quié mió procê.
Esse trem na minha mão tá chein de bala...
Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje.
Vai andando, uai ! Tá esperando o quê, sô?!


ASSALTANTE CARIOCA
Aí, perdeu, mermão
Seguiiiinnte, bicho
Tu te fu. Isso é um assalto .
Passa a grana e levanta os braços rapá .
Não fica de caô que eu te passo o cerol....
Vai andando e se olhar pra tras vira presunto


ASSALTANTE PAULISTA
Pô, meu ...
Isso é um assalto, meu
Alevanta os braços, meu .
Passa a grana logo, meu
Mais rápido, meu, Pô, se manda, meu


ASSALTANTE GAÚCHO
O gurí, ficas atento
Báh, isso é um assalto
Levanta os braços e te aquieta, tchê !
Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê.
Passa as pilas prá cá ! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala



ASSALTANTE DE BRASILIA
Querido povo brasileiro, estou aqui no horário nobre da TV para dizer que no final do mês, aumentaremos as
seguintes tarifas: Energia, Água, Esgoto, Gás, Passagem de ônibus, Imposto de renda, Lincenciamento de
veículos, Seguro Obrigatório, Gasolina, Álcool, IPTU, IPVA, IPI, ICMS, PIS, COFINS, CPMF...

01 maio 2009

TP 4 - Oficina 7




1- Mensagem: A outra metade (Mario Quintana). Em seguida solicitar que os cursistas dêem abraços em seus colegas, desejando boas-vindas.

2- Dinâmica (Gêneros texuais);

3- Entrega de materiais;


4- Objetivo da Oficina:
Definir letramento e refletir sobre os usos e as funções da escritas nas práticas do cotidiano.


5- Retirar questões pontuais das unidades 13 e 14 (pág 26,32,33,47,48,49,88)

6 - Reflexões:

"Letramento é a referência aos modos com que a escrita se apresenta na nossa sociedade, seus usos e as suas funções nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada coletiva e pessoalmente." (TP4, 2008)

"O acesso ao conhecimento diferenciado, aquele que permite ao leitor reconhecer sua identidade, seu lugar social, as tensões que animam o contexto em que vive ou sobrevive, sobretudo a compreensão, assimilação e questionamento seja da própria escrita, seja do real em que a própria escrita se insere." ( OSAKABE, 1982)

"Ler está releacionado com o reconhecer as palavras e os seus significados. A compreensão do texto utiliza essas palavras para construir imagens, pensamentos, raciocínios." (Pontecorvo, 1999)

Quando estamos nos preparando para trabalhar com gêneros textuais, devemos proceder assim:
a) Leitura cuidadosa dos textos selecionados para a discussão dos assuntos a serem trabalhados com a turma;

b) Estudo para reconhecimento dos aspectos lingüísticos e discursivos relevantes no gênero a ser trabalhado;

c) Comparações entre diferentes gêneros (artigos,memórias, poesias receitas, carta e outros);

d) Produção de um texto de acordo com o gênero escolhido e análise coletiva dos textos pela turma e pelo professor;

e) Refacção dos textos.

(Petroni, 2007

7 - Explicar por datas a entrega dos Avançando na Prática por unidades nas TPS.

8 - Leitura e análise do texto: Cidadezinha Qualquer (Avançando na prática - página 97)

9 - Leitura dos relatórios dos professores/cursistas (Avançando na prática)

10 - Análise da frase: O governo que faz a escola. (página 27) ou Bar dos namorados (Página 24)

11 - Analisar superficialmente as AAAS 4;

12 -Cantar a música Baião e transformá-la em gêneros textuais: carta, receita, paródia, narração, convite, propaganda (página 42)

13 - Exposição oral e escrita dos gêneros textuais;

14 - Colocar os gêneros criados pelos cursistas na CAIXA DE GÊNEROS ou baú dos gêneros textuais (sugestão da AAAS).

Exposição escrita dos gêneros textuais.